Canetada – A comédia do futebol em crônicas e críticas cretinas

Um tablóide digital que não volta pra marcar

Aperriando o juízo desde 2010

  • Crônicas de uma copa anunciada

30
jan
2012

Estádios Brasileiros: uma nova era

1

A Copa 2014 vai remodelar nosso jeito maroto de assistir futebol?


por Lamartine du Derby



Vem chegando o ano de 2014 e, ao que parece, teremos um mundial de futebol por estas terras. Digo "parece", porque afinal nunca se sabe o que pode acontecer, né?

Vários estádios modernos estão sendo construídos, belas arenas no melhor estilo europeu. Modernidade, conforto, proximidade ao campo, cadeiras etc.

Bacana, por um lado. Finalmente teremos algo da dignidade que sempre cobramos para nossa paixão. Parece (olha aí de novo) que deixaremos de ser tratados como gado nas arquibancadas e cercanias. Isso é civilização! Finally!

Por outro lado, a civilização não nos cai bem, não combina. Digo, merecemos esse respeito, mas passamos tantos anos na merda nas arquibancadas que até nos acostumamos a rir e se divertir com ela. Vai dizer que não?

Exemplos:

Quem nunca comprou aquele delicioso amendoim no conezinho de papel, 3 por 5, com aquela casca torrada que dá câncer até no próprio câncer? Vendido por aquele pirralho magrelo gritando com sua lata de tinta Coral transformada em amendoinzeiro? É uma espécie sob risco de extinção, que só será vista nas catacumbas das divisões subalternas depois de 2014.

Quem nunca curtiu a liberdade de não ter lugar marcado naquela mar de concreto rude das arquibancadas? Você vê o primeiro tempo em um lugar, sai pra dar uma mijadinha e volta para outro sítio completamente diferente. E, como não há cadeiras, se o estádio estiver lotado é só dar uma apertadinha, de preferência com aquela loira peituda, que sempre cabe mais um na torcida do seu time. Depois de 2014, será como um teatro (parece).

E quem vai dizer que nunca achou divertido o famoso risco de ser atingido pelo lendário copo de mijo que vem das arquibancadas superiores? Digo, ninguém quer ser mijado, mas o folclore que envolve este perigo tão brasileiro é o que traz adrenalina até ao mais modorrento 0x0. Com a "civilização" e o fim da cerveja nos estádios (que aliás já está valendo), a sensação de segurança excessiva trará sono nas partidas, especialmente depois de uma feijoada de sábado.

Enfim, perrengues dos quais reclamamos, mas que fazem parte da nossa arte. Vai dizer que você nunca passou por perrengue em estádio e depois riu disso?


Em: Crônicas de uma copa anunciada, Em destaque, Esporte de Macho!
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18
ago
2011

Ricardo Teixeira começa a levar de todo lado

0

Parece que tem batata assando, meus camaradas...


por Lamartine du Derby



Nobre leitor que tem preguiça de descascar o amendoim torrado e come ele cancerígeno mesmo (macho!), analisemos os fatos: Ricardo Teixeira, uma espécie de resquício do que outrora chamávamos de monarquia (o cara tem cargo de rei, com rei na barriga), parece que está com os dias contados no poder. Só parece, mas já é divertido.

Durante toda sua “nobre†gestão na CBF, o cacique R171 (ouvi este apelido de um popular na quitanda da esquina, um flamenguista de arcada incompleta e sagacidade 100%) sempre foi alvo de escândalos, denúncias, intrigas e nheco-nheco e vuco-vuco. E nenhuma dessas acusações conseguiu tirá-lo do poder. Pelo contrário, quanto mais apanhava, mais forte o gordinho branquinho (ele é até fofo) ficava.

Durante o governo Lula, então, o cara virou um semideus. Algo me diz, um sonho talvez, que alguns churrascos muito interessantes foram feitos na Granja do Torto, com Luis Inácio e Ricardinho de bermudão florido, chinelão e óculos escuros. Samba e funk na caixa e pelada dos ébrios. Mas só Lula jogou. Ricardo teria dito “não gosto de futebolâ€.

Porém, vem o governo Dilmão do Porrete, a proximidade da Copa, e os holofotes começam a tostar a brancura de neve de nosso Rei da Cocada Preta. Já não tem churrasco na Granja nem sossego no escritório do Rio. Jornalistas de partes ditas “mais civilizadas†do mundo começam a malhar o Judas.

E eis que o camarada também me resolve colocar o próprio poder à prova, concedendo aquela entrevista malemolente à Revista Piauí, onde “caga muitão†para a imprensa em geral. E diz que só o Jornal Nacional lhe causaria preocupação. Tirou uma onda responsa. Botou na mesa.

Porém alguns membros dessa mesa possuem facões de cortar membros. E o facão desceu, ou começa a descer, como você pode ver neste link: Polícia do DF investiga fraude na contratação de amistoso da seleção em 2008

A impressão que dá é que, na cúpula dos p...grossas, as declarações e desmandos do floquinho de neve andam incomodando, passando do limite. E a lógica é simples: o cara sempre teve o filme queimado, mas sem muito estardalhaço. Agora, a coisa fede internacionalmente, e ainda mais intensamente em outros veículos da imprensa nacional. Ou seja, a coisa vai feder pra Globo também, vai começar a respingar. E talvez seja hora de fazer como fizeram com o “fenômeno†Fernando Collor. “Não me deixem só!†Deixaram...

Resta saber se esta repercussão é apenas um “baixa tua bola†para o rapaz calar a boca e voar abaixo do radar por um tempo, ou se estamos vendo o fim da monarquia na pátria de chuteiras.

Saravá!


Em: Baixa tua bola, Bastidores, Crônicas de uma copa anunciada
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11
ago
2011

Chora Brasil: não ganharemos a Copa de 2014

0

O mundial mais difícil para a seleção mais limitada dos últimos anos.


por Lamartine du Derby



Caros amigos, sejamos sensatos: a Copa de 2014 é a mais difícil para o Brasil nos últimos tempos. É quase certo que o Braza não a ganhará. Eu aposto nisso, infelizmente.

Veja bem, jogar em casa no futebol de hoje não é mais uma vantagem tão forte, visto que os times visitantes aprenderam as malandragens do futebol encardido, retranqueiro e de contra-ataque.

Fora isso, a pressão de ganhar a Copa dentro de casa só vai atrapalhar nosso escrete. Imagina a pressão da imprensa, da torcida e da própria consciência de nossos boleiros...

Adicione o fato de que a geração de jogadores não é tão boa assim. Neymar é uma grande promessa que parece que vai mesmo dar certo. Ganso taaaalvez seja um grande craque internacional, mas anda de marcha lenta, sei não. E quem é o reservar do Ganso? Fernandinho, Renato Augusto? Pelamor...

E o que mais? Temos bons goleiros, bons zagueiros, bons laterais direitos. Na esquerda, o problema é grave. No meio, indefinição total, e se Ganso não vingar, não temos camisa 10! R10 não inspira confiança e já está com mais de 30. Resta torcer pelo renascimento de Kaká, o que também é muito difícil, já que ele tem problemas físicos complicados.

Centroavante? O único realmente capaz de segurar o rojão lá na frente é Adriano. E para isso, temos que rezar para que o imperador acerte os parafusos da cabeça, seja feliz, encontre um terapeuta...sei lá.

A coisa tá feia, seu Zé. E não adianta cornetar o Mano Menezes. Os resultados da Copa América e do amistoso de ontem contra a Alemanha até que são normais, dada a falta de qualidade e entrosamento da equipe.

Provavelmente o time vai melhorar até 2014, é fato. Mas não o suficiente para levantar o caneco.

Talvez se chamarem  o Muricy ou o Parreira, para que montem uma seleção que jogue bem feio e ganhe de 1x0? Aí quem sabe...

Credo!


Em: Crônicas de uma copa anunciada, Pisando na bola de cristal
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15
abr
2011

Crônicas de uma Copa Anunciada

1

Apertem os cintos, o aeroporto sumiu! Ou melhor, é o destino final.


por Lamartine du Derby



Dos 13 aeroportos com obras para a Copa, dez não devem ficar prontos até 2014.

Eis que o assunto mais encardido da preparação do nosso Brasil varonil para a Copa de 2014 vem à tona novamente: os aeroportos.

Leia a reportagem no link acima e imagine que “delícia†será viajar de avião em junho e julho de 2014. Aliás, NÃO viajar de avião. Afinal, você vai ficar no aeroporto. Provavelmente dormirá por lá. Terá que comer pão de queijo e café expresso no almoço e na janta. E perderá o jogo do Brasil, a não ser que a moçadinha da Infraero pelo menos tenha a dignidade de utilizar aquelas telas de Chegadas/Partidas para transmitir as únicas partidas que realmente acontecerão, as de futebol.

Mas fique tranquilo que o caos aéreo não pretende ser preconceituoso. O alemão Hans, o belga Jean-Pierre, o japonês Takuma e o italiano Paolo também estarão na merda junto com você. E também não assistirão às partidas de seus times nos estádios.

Sugiro a criação do Bolão do Aeroporto, ou o Bolão do Overbooking, ou talvez Bolão-Minha-Bagagem-Foi-Pra-Macapá.  Assim a diversão nos saguões estará garantida.

Sugiro também que investidores cervejeiros abram seus novos bares nestes locais, pois o retorno será garantido. As lojas de souvenirs (aquelas que vendem por R$ 10,00 um colarzinho que custa R$ 1,00 no centro da cidade) já podem começar a estocar as vuvuzelas.  Compradas hoje, e no atacado, devem custar R$ 0,10 a unidade. Na Copa, venderão por R$ 50,00.

As crianças também precisam de atenção, e o mercado deverá estar atento a isso. Nas esteiras de bagagem, coloquem um trenzinho pra moçadinha de menor. Pedais de bicicleta e volantes nos carrinho de mala também podem garantir diversão.

Para os funcionários das Cias. Aéreas, férias coletivas, claro. Afinal, não haverá pousos e decolagens para exigir tal mão de obra.

Eu, particularmente, pretendo aprender holandês e, durante a Copa, oferecer serviços de massagem para mulheres.  Se é que vocês me entendem. O trabalho rende melhor quando feito com prazer.

Muito melhor que escrever no Canetada, que nunca me deu um centavo.

Que venha a Copa 2014!


Em: Crônicas de uma copa anunciada
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04
abr
2011

De volta para o futuro

1

Estádio do Corinthians: um sonho mais velho que Fiat 147


por Clint McGuinness


Em: Crônicas de uma copa anunciada
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17
dez
2010

Crônicas de uma copa anunciada

2

Faltam só 3 anos e meio...cadê o trabalho?


por Lamartine du Derby



Ilustres degustadores de cerveja quente com amendoim torrado, o Joseph Blatter ligou o alerta. Ou “tocou o sinoâ€, como ele mesmo disse. O presidentão da Fifa está preocupado com o andamento das obras no Brasil.

Realmente, se levarmos em consideração que 3 anos e meio passam voando (até dizem por aí que a Terra anda girando mais rápido), é mesmo de se ficar com o orifício anal na mão. Algumas coisinhas estão sendo feitas aqui e ali. Mas tá devagar, meu camarada.

E os chefões, tanto Blatter como o malandrão Jérôme Valcke (algo me diz que as 472 vezes que ele veio ao Brasil “só†para desprezar o Morumbi são meio estranhas...) e também nosso fofíssimo Ricardo Teixeira, são unânimes em dizer que a maior preocupação nem são os estádios, e sim a infraestrutura.

Claro, os estádios são empolgantes, “mó legais†de fazer. Tá cheio de empreiteira que vai fazer nome nessa jogada. Vai ficar lá o paquiderme branco de tromba, todo bonitão, para você ir lá tirar foto quando fizer aquela viagem cretina com a sogra pelo Brasil.

Mas...e as estradas? E os aeroportos? E a estrutura hoteleira?

Bom, quanto às estradas, eu acho ingenuidade pensar que algo será feito. Não será e pronto, esquece, seu Fritz. Quer ir de carro de Porto Alegre a São Paulo para ver o jogo da sua Alemanha? Vai ter que passar na BR-101, chamada de rodovia da morte nas alturas de Santa Catarina, não tem jeito. Mas, se sobreviver, dá pra dar uma paradinha em Blumenau e tomar uma Kaiser. Hum....não, Kaiser não.

Sobre os aeroportos, alerta máximo. Já vivemos uma situação que beira o caos (e de vez em quando o alcança), imagine durante a Copa, quando uma enxurrada de gente chegará ao Brasilzão? E não apenas chegará, mas também viajará internamente, de uma cidade à outra (exceção feita aos corajosos, como o seu Fritz, que vai de carro).

Eu, particularmente, penso que os gringos acharão o Aeroporto de Congonhas (por exemplo)....cheio de adrenalina! Aquela pistinha curta, sem área de escape, no meio dos prédios...wow! Mas Copa do Mundo é emoção, né? Não reclamem, gringos mimados acostumados ao Charles De Gaulle.

Sobre os hotéis, não acho que seja um problema tão grave. Lembrando que não sou especialista no assunto (eu não sei nada de futebol, imagine de hotelaria e turismo). Mas me parece que as grandes cadeias hoteleiras viabilizarão a coisa. E para os gringos mais pobrinhos sempre tem uma pensãozinha aconchegante ou o quartinho da casa do seu Parmênides, que quer tirar um troquinho na Copa. Tem jeitinho.

Enfim, em resumo, o maior problema Brasil está fora dos estádios. E fica difícil acreditar que este problema será resolvido em 3 anos e meio, dado o histórico de nossa pátria amada.

Não faço parte da “ala catástrofeâ€, dos que acham que a Copa no Brasil será um vexame. Acho que vai rolar. Mas vai ser na base do nosso glorioso jeitinho. E a gringalhada vai passar um certo perrengue aqui e ali. Dificuldade pra achar hotel, taxista malandro, vôo cancelado...mas nada que uma caipirinha não amenize.

Sugiro que o Zé Carioca seja nomeado mascote dessa Copa.


Em: Crônicas de uma copa anunciada
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09
set
2010

Qual o destino do Pacaembu?

4

Virar um enorme Museu do Futebol?


por Lamartine du Derby



Neste feriado que passou, estive passeando pela capital paulista com amigos de longa data, um casal de dentistas pernambucanos que conheci durante uma pausa para uma cerveja, no sobe e desce de ladeiras do infernal (no bom sentido) carnaval de Olinda. Bons tempos aqueles.

Como era a primeira vez da dupla em terras paulistas, nos aventuramos pelos clichês turísticos, não sem antes aquecer nossas gargantas com um autêntico Advocaat Holandês (eles adoram aquele país) e com cigarros Belmont que recebo por contrabando de um amigo venezuelano.

Ao fim da tarde chegamos ao charmoso Estádio do Pacaembu para visitar o Museu do Futebol. Enquanto eles aguardavam na fila, me desgarrei do grupo para pitar mais um Belmont admirando a vista da Praça Charles Miller. Foi ali que pensei:

“Como pode este belo estádio ficar fora da Copa de 2014?â€

Vendo aquela bela fachada e consciente das picuinhas infantis (porém com interesses bastante adultos) entre São Paulo e Corinthians pela abertura da Copa, entendi que os carniceiros interesses econômicos e políticos envolvidos na questão prejudicam o que a cidade de São Paulo tem de melhor: o Pacaembu.

O elegante estádio Paulo Machado de Carvalho é o mais bonito da cidade, com boa localização e estrutura. Perto da Avenida Paulista (um cartão postal), perto do metrô, perto de hospitais, restaurantes, hotéis... Sem falar que o vale onde está situado é muito bonito e a Praça Charles Miller é um espaço muito interessante. Imaginei milhares torcedores de todos os cantos do mundo celebrando o futebol ali. Visitando o Museu do Futebol, ouvindo nossa música na praça e logo entrando no estádio para ver o jogo de sua seleção. Seria perfeito.

Entretanto, o grande problema, pelo que ouço, está no maldito jogo de abertura do Mundial. Criou-se uma “verdade†que diz que São Paulo DEVE realizar esta partida. Por ser a capital econômica do país, sediar a abertura virou questão de honra para o poder paulista. E a FIFA tem inúmeras exigências complicadas para o evento. Estádio com capacidade de 65 mil pessoas é uma das principais.

Nessa premissa, o São Paulo meteu o Morumbi na jogada. Brigou, esperneou, consertou projeto, apresentou de novo, tirou onda e no final dançou. A FIFA tinha outros “planosâ€.

Até se cogitou reformar o Pacaembu para receber esta abertura, mas seria uma obra bem complicada, pelo que ouvi. Existem as questões do tombamento do estádio, escoamento de trânsito, reformas difíceis para deixá-lo em condições de receber 65 mil pessoas. E teria que ser feita com recursos públicos, pois o estádio é municipal. A ideia perdeu força.

Veio a história do Piritubão e agora temos o Fielzão, que foi aprovado rapidamente para o jogo de abertura. Ali vai dar tudo certo, moçada! Quando os poderes... ops, os planetas se alinham, tudo flui que é uma beleza! São Paulo vai realizar a abertura, o Timão vai ganhar um estádio e tudo mundo fica feliz, não? Não.

Nada contra o Corinthians ter seu estádio, a Fiel Torcida merece uma casa só sua (afinal, esperaram 100 anos, pô!), mas abrir mão do histórico Pacaembu (que já sediou uma copa, a de 50) por uma empreitada política vantajosa para certos grupos é de lascar.

Já que muitos paulistas (não todos) arrotam sua superioridade ante o resto do país, seus governantes poderiam dar um exemplo de simplicidade e abrir mão do jogo de abertura. Simples assim. O Pacaembu seria reformado para receber jogos um pouco menos importantes (sem exigência de 65 mil pessoas), mas daria um espetáculo de organização e boa gestão de recursos públicos, sem transformar a Copa em um absurdo da gastança, como estão fazendo tantas outras cidades. Sonho, né? Afinal, São Paulo também é Brasil...

E com a construção do Fielzão, reforma do Palestra Itália, reforma do Morumbi...o que será do Pacaembu? Quem vai jogar lá? Só os barrigudos executivos que o alugam para as peladas de fim de ano?

Vai virar um enorme museu do futebol? Apenas isso?

Eu, se fosse o Eike Batista, comprava o Pacaembu e dava de presente para a Portuguesa.


Em: Crônicas de uma copa anunciada

09
ago
2010

Uma boa ideia para o jogo de abertura da Copa 2014

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Sócrates sugere o mais simples, barato e inteligente. Por isso não vai dar certo.


por Lamartine du Derby



Já encheu nossos honoráveis sacos esta novela do jogo de abertura da nossa brasileiríssima Copa de 2014. Depois de tanta conversa fiada a respeito do Morumbi, o estádio foi descartado. Logo veio a ideia de um novo estádio em São Paulo, mas parece que não vai vingar. Enquanto isso, Belo Horizonte e Brasília correm por fora para sediar a importante partida. O fato é que já se fala nisso há meses e nada de definição. Estão de sacanagem! (novidade...)

Mas eis que surge o Doutor Sócrates com uma boa ideia em sua coluna na revista Carta Capital. É uma ideia simples, barata e inteligente. E infelizmente é nisso que o Doutor peca, pois estamos no Brasil. Então, não vai ocorrer.

Mas mesmo assim vale a pena ler sua coluna:
http://www.cartacapital.com.br/politica/dois-lances-e-uma-sugestao


Em: Crônicas de uma copa anunciada

20
jul
2010

Tá na net…

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Veja como o logo da copa  de 2014 foi concebida.


por Clint McGuinness


Em: Crônicas de uma copa anunciada

15
jul
2010

Logo da Copa dá o que falar

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Redublagem que está circulando na Internet com um resumo do que a galera pensa sobre o infeliz desenho.


por Lamartine du Derby


Em: Crônicas de uma copa anunciada, Vídeos


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