
Envolvido na polêmica com seu ex-clube, o jovem boleiro se vê numa sinuca de bico. Parece briga de marido e mulher para ver quem vai ficar com o pivete.
Oscar tem tudo para brilhar pelo Colorado este ano, mas a justiça e os cardeais do Morumbi podem colocar água no chopp vermelho.
Curioso notar que assim que saiu a vitória tricolor nos tribunais, a promessa de craque começou a jogar o fino da bola. Eu diria que o advogado chegou para o Oscar e disse: “meta gols, dê assistências, conquiste a torcida, vire notÃcia...isso vai ser bom para o nosso recurso.â€
Já o São Paulo, depois da derrota para o Corinthians (mais uma), se viu ainda mais desesperado para trazer o rapazola de volta, o que provavelmente não deve ocorrer. Na verdade a moçadinha do Morumbi quer mesmo é a grana da recisão.
Resta saber se o próximo juiz a julgar o recurso será são-paulino ou colorado.
Crucial, mates!

Não, não estamos falando de Adriano. Este é apenas um jogador perturbado por suas cólicas, queimaduras de moto, depressões e metralhadoras douradas. Imperador é apenas um carinhoso apodo.
Quem impera mesmo é Ricardo Teixeira, como todos já sabemos.
Todavia, o que surpreende agora, caros beberrões, é a desfaçatez com que a camaradagem da CBF está atuando, em plena reta final do Campeonato Brasileiro.
"Teve boatos" de que Andrés Sanchez, novo artista da demagogia brasileira, uma espécie de Cebolinha de cartola ("me perseguem porque eu falo errado") acabaria como novo presidente da CBF, pois é bem relacionado com figuras poderosas, do naipe de Lula e, claro, do imperador Ricardão.
Ele negou tudo. "Que absurdo!". Fez a maior pose. Até no Arena Sportv foi pra desmentir tudo e posar de bacanudo.
Pois bem, eis que o camarada é anunciado como novo diretor de seleções da CBF e já começou a declarar que "não descarta" ser o novo presidente da entidade no futuro. Que fofo!
E qual é o contexto? Semana decisiva do Brasileirão!
Como bem disse o presidente do São Paulo, o descabelado apreciador de scotch Juvenal Juvêncio, "foi de uma sutileza de dromedário". Parece que a moçadinha engravatada chegou a um ponto de cara de pau que nem se importa mais com acusações, escândalos e Juca Kfouri. No últimos anos, tanto no futebol quanto na polÃtica, temos visto diversas denúncias e pouca solução efetiva. Parece que existe uma indústra do escândalo, feita para derrubar poderosos, dando lugar a outros, e vender jornal.
No caso de Ricardo Teixeira, só pra vender jornal mesmo. Convenhamos, o cara é tão queimado e mesmo assim tão "eterno" que já nem se preocupa em melhorar a própria imagem. É uma espécie de joão-bobo, todos batem, mas ele volta.
Até imagino o diálogo entre RT e Sanchez:
- Andrés, vou te nomear diretor de seleções essa semana.
- Ué, Ricardo, mas justo agora? O Corinthians tá disputando tÃtulo, vão cair de pau dizendo que o campeonato é roubado e tal. Não é melhor deixar para depois?
- Relaxa, garotão! Eles vão chiar, mas não vai dar em nada. Tô calejado nessa arte.
- É verdade. Ok, aceito.
Bom, não quero dizer que com isso o Corinthians será beneficiado nem nada disso. O time é competente e, se ganhar o caneco, será merecido.
Mas o fato é que Andrés Sanchez não contribui em NADA para melhorar a imagem do clube. Se campeão for, o Timão mais uma vez enfrentará insinuações de favorecimento, embora de forma menos desastrada que em 2005.
E segue o jogo. E a cara de pau da cartolagem!

Tudo bem, tudo bem... Dos últimos 6 jogos o Botafogo perdeu 5. Isso irrita qualquer torcedor, que com sua matemática elementar dirá:
“Pombas, se dos 18 pontos o time tivesse faturado metade, a gente estaria lá em cima, brigando pra ser campeãoâ€
De fato, sofridos alvinegros, vocês estariam sim. E, olha, me arrisco a dizer que vocês tem time para ser campeão. Ou pelo menos tinham, porque ver o Elkeson e o Cortês jogando hoje constrange. Cadê o futebol desses caras? Ficou na Granja Comari, só pode.
Não sei, mas me parece precipitado culpar exclusivamente o Caio Jr. Não acho que ele seja um grande técnico, mas queiram vocês ou não, foi esse sujeito que colocou o Botafogo na parte de cima da tabela e mais do que vivo na briga pela Libertadores.
Será que ele é o culpado? Às vezes vale a pena olhar pro campo. E aquele sujeito que leva bola nas costas toda hora? E o maluco que não sabe acertar um cruzamento? Esses sairão ilesos? Provavelmente sim.
Deixando claro: Caio Jr, Harry Potter, Prof. Pardal ou seja lá o que for tem sua parcela de culpa sim. Mas não é só ele. E, o pior, não era hora.
Demitir faltando 3 jogos para o fim do campeonato coloca a diretoria no lugar onde ela NUNCA deve estar: na cadeira do torcedor. Isso não pode acontecer, nunca.
E olha que estamos falando de uma diretoria que tem trabalhado duro para profissionalizar o Botafogo. Dizem por aà que o presidente Mauricio Assumpção, por exemplo, faz estágios recorrentes no Inter para tentar aprender com quem tem feito do jeito certo.
Só que dessa vez fez errado. Melhor seria se fizessem como o América-MEX fez:
Preservou o técnico e colocou todo o time à venda.
AÃ sim, faria mais sentido. Muito mais.

Zico ontem deu uma dessas declarações de doer a alma.
‘Não boto mais os pés lá. Nem no estádio’
E, olha, ele estava falando de sua casa, de sua famÃlia, de sua nação. Ele estava falando do Flamengo. Ontem, dia 13 de setembro de 2011, o Galinho rompeu com clube a quem deve tudo.
E não, meus amigos, não foi ele o traidor da história. Zico tem razão. Por mais doloroso que isso seja, a nação rubro negra fica órfã de seu maior Ãdolo, do maior nome de sua história. E ele faz isso com motivos.
É difÃcil dar razão ao Zico, mas dá para entendê-lo. Deve ser duro, mas ele deveria ser um cara acima de qualquer dúvida, de qualquer suspeita e, como diria meu sábio amigo Américo Coimbra, quem dissesse um “a†sobre ele deveria ser escorraçado da Gávea.
Deveria, mas não foi o que aconteceu.
Lendo a notÃcia e tentando entender a dimensão dessa decisão, a única coisa que vinha a minha cabeça era: a que ponto chega a podridão dentro de um clube como o Flamengo?
O Flamengo maltrata seus Ãdolos. Foi assim com Júnior, Andrade e, agora, com o maior deles, Zico. Daà me perguntarão:
“E quem não faz isso meu caro Clint?â€
E é aà que reside a raiz do problema, meus amigos. Eles sempre voltam. E, acreditem, não deveriam voltar. Simplesmente porque eles serão cobrados pelo hoje e não pela história. E isso acontece porque a sujeira é grande demais para que eles continuem intocados.
Foi mais ou menos o que também ocorreu recentemente com Falcão e Renato Gaúcho. Ambos saÃram pelos fundos.
Admito que é uma situação delicada. O sujeito está lá, ex-jogador, tem a oportunidade de voltar, ganhar dinheiro e, quem sabe, se consagrar ainda mais. O sabor de prestÃgio faz salivar a alma humana meu povo.
Obviamente essa regrinha vale mais para Andrades da vida do que para Zicos e Pelés. Aliás, acho que apenas esses dois ainda podem se dar ao luxo de viver de outras rendas.
E é isso que torna a situação do Zico ainda mais delicada. Ele não voltou por grana. Ele é dono do Japão, mates! Ele voltou por amor. Ele realmente achou que poderia fazer diferente e que não haveria oposição. Pobre diabo. O Zico, quem diria, foi derrubado pela sujeira que teima em dizer que só faz bem ao Flamengo, mas que na realidade, vai aos poucos, minando o clube de sua história, de seus Ãdolos e, o pior, de sua identificação.
É triste, mas uma realidade passa a se impor a torcida rubro negra: Zico é Ãdolo. O maior deles. E saber que ele simplesmente não se importa mais com o Flamengo, faz muita coisa perder sentido.
É um elo forte que vai se quebrando. Ainda há coração, claro. Não se termina nada assim do dia pra noite. Mas não se enganem: o tempo é impiedoso. E passa a ser uma questão de tempo para que o amor vire mágoa, e a mágoa vire indiferença.
Acredite: pensar em um Flamengo sem Zico não faz sentido. Absolutamente nenhum sentido.
E tenho dito.

Nobre leitor que tem preguiça de descascar o amendoim torrado e come ele cancerÃgeno mesmo (macho!), analisemos os fatos: Ricardo Teixeira, uma espécie de resquÃcio do que outrora chamávamos de monarquia (o cara tem cargo de rei, com rei na barriga), parece que está com os dias contados no poder. Só parece, mas já é divertido.
Durante toda sua “nobre†gestão na CBF, o cacique R171 (ouvi este apelido de um popular na quitanda da esquina, um flamenguista de arcada incompleta e sagacidade 100%) sempre foi alvo de escândalos, denúncias, intrigas e nheco-nheco e vuco-vuco. E nenhuma dessas acusações conseguiu tirá-lo do poder. Pelo contrário, quanto mais apanhava, mais forte o gordinho branquinho (ele é até fofo) ficava.
Durante o governo Lula, então, o cara virou um semideus. Algo me diz, um sonho talvez, que alguns churrascos muito interessantes foram feitos na Granja do Torto, com Luis Inácio e Ricardinho de bermudão florido, chinelão e óculos escuros. Samba e funk na caixa e pelada dos ébrios. Mas só Lula jogou. Ricardo teria dito “não gosto de futebolâ€.
Porém, vem o governo Dilmão do Porrete, a proximidade da Copa, e os holofotes começam a tostar a brancura de neve de nosso Rei da Cocada Preta. Já não tem churrasco na Granja nem sossego no escritório do Rio. Jornalistas de partes ditas “mais civilizadas†do mundo começam a malhar o Judas.
E eis que o camarada também me resolve colocar o próprio poder à prova, concedendo aquela entrevista malemolente à Revista PiauÃ, onde “caga muitão†para a imprensa em geral. E diz que só o Jornal Nacional lhe causaria preocupação. Tirou uma onda responsa. Botou na mesa.
Porém alguns membros dessa mesa possuem facões de cortar membros. E o facão desceu, ou começa a descer, como você pode ver neste link: PolÃcia do DF investiga fraude na contratação de amistoso da seleção em 2008
A impressão que dá é que, na cúpula dos p...grossas, as declarações e desmandos do floquinho de neve andam incomodando, passando do limite. E a lógica é simples: o cara sempre teve o filme queimado, mas sem muito estardalhaço. Agora, a coisa fede internacionalmente, e ainda mais intensamente em outros veÃculos da imprensa nacional. Ou seja, a coisa vai feder pra Globo também, vai começar a respingar. E talvez seja hora de fazer como fizeram com o “fenômeno†Fernando Collor. “Não me deixem só!†Deixaram...
Resta saber se esta repercussão é apenas um “baixa tua bola†para o rapaz calar a boca e voar abaixo do radar por um tempo, ou se estamos vendo o fim da monarquia na pátria de chuteiras.
Saravá!

Queridos beberrões, aqui lhes apresento uma denúncia grave (ok, não é grave, vai): a CBF quer acabar com os palpites do Canetada.
Sim, não existe outro motivo para essa partida entre Corinthians x Inter ser nesta data (válida pela 12a rodada, meu santo!), apenas uma tentativa vil de entortar a nossa palpitolância malemolente metafÃsica, com jogos em datas estranhas atrapalhando nossa lista de pitacos. Elementar, meu caro Edvaldson!
Mas Clint e eu cagamos, cagamos muitão.
O Canetada é como a maioria dos clubes de futebol no Brasil, sem fins lucrativos, sem falência (ou seja, imortal), sustentado por pessoas de “boa vontade†e com torcida pequena. Por isso, nosso lema “vamo que vamo, segue o jogoâ€.
Sobre a peleja de hoje à noite, Timão é favorito de leve. O alvinegro tá com mais “liga†e embalado, enquanto que a patota de Falcão promete, mais ainda está se ajeitando. Pode ser que o Colorado surpreenda, mas a tendência é que dê Timão. Palpite: 2x1

No quarto existem espelhos por todos os lados. Enquanto um espelho reflete a austeridade de seu terno de marca, outro mostra o olhar resoluto de quem não mede esforços para estar onde está. A camisa de linho, a gravata italiana, os cabelos grisalhos, nada escapa. Nenhum detalhe foge dos implacáveis espelhos que cercam o senhorio do esporte em um paÃs que é, mas não é o Brasil.
Estamos falando de um quarto cru. Um espaço com chão e sem teto. No lugar das paredes, espelhos. No centro uma cadeira luxuosa. Ali é o reduto do poder. Alguns se incomodariam de sentar ali, mas ele não. É bom ser implacável. Melhor ainda é ser intocável. São anos e anos ditando o ritmo de um esporte que antes era do povo. Agora é dele.
Do lado de cá, incomodado, inquieto e, quem sabe, acuado, vive um jovem senhor com seu bloco de notas. Nele, estão todos os manuscritos desde lá sabe-se quando. Lá se vai uma vida perseguindo, apurando, e gritando aos ventos a impunidade daquele senhorio. Outro dia, lendo e relendo os manuscritos de Mercúcio Parla, este sessentão reacionário percebeu que em prosa ou poesia, a redenção pode chegar. E não, ele não se calará.
Sentado em sua poltrona, vendo seu rosto surgir no espelho, atrás da baforada cubana de seu charuto europeu, o poderoso senhorio começou a se incomodar:
“Ah, quão sorrateiros são esses fiapos intelectuais que me perseguem? Não entendem que daqui eu não saio, e que daqui só me fartarei?â€
Do lado de fora, sem espelhos para se esconder, o jovem senhor descobriu que melhor do que ladrar é apoiar. E da sátira fez seu discurso. Onde antes havia verdade, agora existe a mentira. O desafio é fazer isso sendo honesto. E, convenhamos, ele tem conseguido. O que dizer, portanto, de quando repudia acusações inapeláveis? Há sarcasmo ali. “Fulano de tal é acusado de aceitar mangas e abacates por um lugar ao solâ€. “Mentira!" Diria o incansável anarquista. A diferença é que, para ele, por trás da mentira, há, sim, uma grande verdade.
E neste paÃs, que é, mas repito uma última vez, não é o Brasil, o perseguido insiste em demonstrar que sua fama (ou seria reputação) foi criada por essa imprensa mentirosa. Na verdade, o senhor do terno italiano, foi criado pela elite nativa desta imprensa mal fadada. Os jornalistas, eventualmente, são os lacaios desta elite. Mas não nos enganemos, at the end of the day, nosso senso crÃtico é dela. Só dela.

Desde a eliminação da Copa do Brasil, o São Paulo tem feito de tudo um pouco... menos ser São Paulo. Já na saÃda de Floripa, dispensou o técnico, trouxe a publico uma crise interna envolvendo o Carpegiani e Rivaldo, o Rogério soltou o verbo para a imprensa: “tenho vergonha, nosso time é ruimâ€. Enfim, o São Paulo se apequenou.
Vou ser sincero: não me lembro de ver o clube paulista agir dessa forma. Sempre achei o São Paulo tão “soberanoâ€, consciente de seu tamanho. De repente, dá uma patinada dessa? Muito feio, seu menino!
A começar pela diretoria. A santÃssima trindade do SPFC se reuniu, logo depois do jogo em Floripa, e decidiu demitir o Carpegiani. Na boa, não tem nada mais “time de interior†do que isso. Alguns dirão que o trabalho do cara tem sido fraco, que ele tem problemas com o elenco, blá, blá, blá. Vamos lá, primeiro, o que falar do Brasileirão do ano passado então? Carpegiani arrumou o São Paulo e levou pro Morumbi uma competitividade que andava sumida por aquelas bandas. Segundo, tratemos de valorizar o Avaà que jogou mais bola que o SPFC e mereceu se classificar.
Não precisa de muito tutano pra entender isso, mates. Um time foi melhor que o outro e passou de fase. Ponto. Isso nem sempre tem a ver com camisa, tradição, história. Tem a ver com o momento, com a fase. O Avaà chegou as semi-finais da Copa do Brasil com um timinho pra lá de bem armado. Tem suas deficiências? Claro, mas sabe jogar com essas limitações. E, o mais importante, soube jogar emcima das limitações do São Paulo. Já o SPFC parece acreditar que seu time atual tem a obrigação de jogar a mesma bola que jogava há 5 anos atrás.
Isso não vai acontecer. Times diferentes, craques diferentes... Ainda assim acredito que quando eles jogarem assumindo o que realmente podem jogar, o time começará a encaixar. Mesmo porque tem gente boa ali pra isso.
A bola da vez é que a diretoria levou um belÃssimo "não" do Cuca, Dorival Junior, baixou a bolinha e, pasmem, o Carpegiani voltou. Pra piorar o Rivaldo está questionando a multa que levou... Abriu a porteira, moçada: a diretoria teve sua hierarquia questionada. E isso, acreditem, nunca é bom.
Com relação ao Rivaldo, acho importante o que ele fez. Tem que sair falando mesmo. Ainda mais se tratando de alguém com o currÃculo dele. Fosse um moleque qualquer, seria ridiculo. Sendo ele, merece ser ouvido. E, na boa, o que ele disse faz sentido: "eu dava conta de resolver aquele jogo". Quem vai dizer que não.
Obviamente ele quebrou o protocolo, a tal hierarquia e, por isso, foi merecidamente multado. Justo.
Mas não esqueçamos: tratemos de ouvir o que ele tem a dizer. O São Paulo é grande, e tem que se comportar como tal.

Rio de Janeiro – A equipe sensacionaleira do Canetada apurou e descobriu: o time de guerreiros é uma estratégia de marketing.
Uma fonte, que comia amendoins com ômega 3 no Engenhão esta quinta, aproveitou o apagão no jogo contra o Libertad para conversar com nossa reportagem.
Segundo ele, a cada “haja coração†provocado pelo time, o número de novos planos de saúde vendidos pelo patrocinador cresce.
Esta estratégia vem sendo implementada no clube desde que o tal plano passou a patrocinar e “mandar†no tricolor das Laranjeiras.
Há muito tempo buscando um clube para patrocinar, a empresa viu o time despencar para a terceira divisão nos anos 90 e disse: “É este! Ninguém mais faz o seu torcedor sofrer tanto no Brasil! Nossa rede credenciada de cardiologistas está pronta!â€
O projeto se concretizou na década de 2000 e, desde então, o clube desenvolve diversas ações para maltratar átrios e ventrÃculos tricolores.
Primeiro, a derrota para o Paulista de Jundiaà na final da Copa do Brasil de 2005. Segundo nossa fonte, o aumento das vendas do plano neste evento foi de 23%.
Outro momento de destaque foi a Libertadores de 2008. O gol aos quarenta-e-dez do segundo tempo nas quartas contra o São Paulo (de Washington, o CORAÇÃO Valente, principal garoto propaganda da marca) foi um passo (e vários marcapassos). Depois, eliminar o Boca Juniors. Quanta emoção! Quanta taquicardia! Todavia, não satisfeitos e sempre gananciosos, os executivos se reuniram com Renato Gaúcho e lhe mandaram dizer “que vai ganhar isso e passear no Brasileirãoâ€. A torcida do Flu nunca ficou tão empolgada. E safenada.
Mas para machucar de vez as bombinhas de sangue tricolor, o Fluminense perde para a LDU na final. Um case de sucesso! Aumentos de vendas em torno de 65%.
O abalo coronário atrapalhou o time dentro de campo e rendeu novas oportunidades de negócios para os doutores do bolso cheio: o quase rebaixamento no Brasileirão em 2009. O time, que tinha um bom elenco, misteriosamente não jogou nada em 70% do campeonato. Os matemáticos, devidamente contratados pelo patrocinador, vaticinaram: “já tá rebaixadoâ€.
Eis que os executivos entram em campo novamente e ordenam: “hora de jogar bola. Cair pra segundona não é bom para os negócios. O time vai se chamar de ‘guerreiros’â€. Pronto, começaram a jogar o fino da bola e fizeram milagres.
Em 2010, vem o tÃtulo brasileiro, com o “pressão alta†Muricy Ramalho e Coração Valente de volta. Mensagens subliminares para todos os lados. Emoções fortes com a conquista do TRI.
Agora, em 2011, novo sofrimento e glória na Libertadores. Jogos épicos que destroem qualquer eletrocardiograma.
E para completar, Washington se aposentou, alegando cautela com o coraçãozinho. Elementar!
Tá na cara. É tudo verdade!
Ou não.
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